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    Colunistas

    Aforismos: Das Leis Misândricas e Outros Espantalhos

    Antonio Paulo de Moraes LemePor Antonio Paulo de Moraes Lemeoutubro 29, 2025Nenhum comentário3 Minutos de Leitura
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    “A tirania perfeita é aquela que se veste de proteção aos vulneráveis — pois quem ousaria questioná-la sem parecer cúmplice da opressão?”

    A imagem representa o ápice do altruísmo masculino — o instante em que São Maximiliano Maria Kolbe oferece sua vida para salvar um pai de família condenado à morte por fome no Bloco 11 de Auschwitz, em 1941.
    A composição dramática, inspirada em Caravaggio, usa o contraste entre luz e trevas para destacar o gesto de entrega e dignidade diante da brutalidade. Kolbe, de olhar sereno, encarna o arquétipo da masculinidade redentora, aquela que assume a dor alheia sem buscar glória.
    Os tons terrosos e o espaço claustrofóbico intensificam a atmosfera de martírio, enquanto a auréola tênue sugere santidade discreta — não imposta, mas conquistada pela compaixão.
    A pintura é, assim, uma alegoria do sacrifício consciente e voluntário, um contraponto moral à era em que a virtude é simulada e o heroísmo, ridicularizado.
    1. Toda era forja seu herege. O homem moderno o é — não por transgressão, mas por existir onde o discurso o interdita.
    2. Quando a lei se curva ao trauma, o veredicto precede o julgamento: culpado por nascença, condenado por cromossomo.
    3. Em tempos de igualdade proclamada, apenas um “privilegiado” pode ser presumido culpado sem causar escândalo.
    4. A nova justiça é distributiva: reparte a dor por identidade e multiplica o castigo por símbolos.
    5. A neutralidade legal expirou quando o pronome adquiriu mais peso que o código penal.
    6. A presunção de inocência tornou-se privilégio — e o privilégio, pecado original sem remissão.
    7. Leis misândricas não se promulgam — infiltram-se no silêncio cúmplice daqueles que temem dissentir.
    8. Quando o Estado codifica ressentimentos, não nasce justiça, mas vingança vestida de progresso.
    9. O cavalheirismo virou obrigação jurídica; a proteção, dever compulsório; a recusa, confissão antecipada.
    10. Pressupõe-se que todo homem abriga um predador latente. O direito, então, executa o monstro antes que ele desperte.
    11. A prisão preventiva é penitência pela masculinidade; a fiança, indulgência que poucos podem custear.
    12. A violência tem gênero em uma só direção; o sofrimento, estatística na outra.
    13. Quando a acusação se sacraliza, a dúvida converte-se em blasfêmia.
    14. A masculinidade foi privatizada: ou você a recolhe em silêncio, ou será tributado em humilhação pública.
    15. Entre verdade e trauma, escolhe-se o trauma — pois a dor, mesmo fabricada, mobiliza mais que qualquer fato.
    16. Equidade sem simetria produz balança que pende perpetuamente contra o mesmo prato.
    17. Leis misândricas não odeiam homens — apenas os instrumentalizam como expiação dos crimes da História.
    18. A justiça, outrora cega, agora enxerga com visão seletiva — treinada para identificar sempre o mesmo perfil.
    19. A distorção jurídica germina onde a exceção se transmuta em política de Estado.
    20. O homem contemporâneo não teme a culpa — teme o tribunal onde sua existência já constitui evidência.
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    Antonio Paulo de Moraes Leme
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    Engenheiro Eletricista (MSc em IA), atuante na indústria automobilística desde 1995. Ensaísta crítico e multidisciplinar, com interesses em filosofia, teologia, lógica, ética, estatística bayesiana, computação evolutiva, IA, teoria do direito e sociedade.

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