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    Opinião

    Hibristofilia e o Caso dos 60 Socos: Quando a Biologia Desmascara o Discurso do Machismo Estrutural

    Antonio Paulo de Moraes LemePor Antonio Paulo de Moraes Lemeagosto 3, 2025Atualizado em:agosto 3, 2025Nenhum comentário8 Minutos de Leitura
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    “Judite Decapitando Holofernes” (Caravaggio, c. 1599)
    A bela se aproxima do bárbaro, o seduz — e o destrói. Judite encarna a ambivalência do desejo feminino por figuras dominantes: fascínio instintivo seguido de punição moral. Como no caso de Igor Cabral, o perigoso atrai antes de ser condenado. A ideologia chama isso de ‘machismo estrutural’; a psicologia evolutiva chama de hibristofilia. O que Judite revela é que talvez o instinto fale mais alto do que o discurso.

    Por que 1.500 mulheres escreveram para um agressor — e o que isso revela sobre nossos instintos

    Em julho de 2025, o Brasil assistiu, horrorizado, às imagens de Igor Cabral desferindo mais de 60 socos contra sua companheira, Juliana Garcia dos Santos, em um elevador em Natal (RN). A indignação foi unânime — e com razão. Mas o que chocou ainda mais foi a revelação de que, após o caso viralizar, Igor recebeu mais de 1.500 e-mails de mulheres interessadas em conhecê-lo.

    Para alguns setores da opinião pública, isso comprova a teoria do “machismo estrutural” — uma doutrina sociológica segundo a qual vivemos em um sistema que privilegia homens em detrimento das mulheres. Mas essa leitura ignora um fato básico: as mulheres que se sentiram atraídas por Igor não o fizeram por opressão cultural, mas por impulso instintivo.

    Este artigo defende que o fenômeno da hibristofilia — a atração por criminosos violentos — não é uma falha moral nem um produto do patriarcado, mas uma expressão de instintos humanos moldados por pressões evolutivas, comuns a ambos os sexos.


    Hibristofilia: um fenômeno biológico, não ideológico

    A psicologia já nomeou esse comportamento: hibristofilia. Trata-se da atração sexual por criminosos violentos, documentada ao longo de décadas por pesquisadores e evidenciada em inúmeros casos reais — de Charles Manson a Igor Cabral.

    Ao contrário do que afirmam algumas correntes feministas, esse comportamento não é um “resquício do machismo internalizado”, mas sim um padrão de resposta biológica, associado a mecanismos cerebrais de recompensa, proteção, dominância e sobrevivência.


    A evolução prefere dominantes

    Segundo a Oxford Research Encyclopedia of Psychology (2023), traços de dominância masculina foram, ao longo da história evolutiva, associados à capacidade de proteção, provisão e reprodução. Isso explica por que algumas mulheres, em contextos de vulnerabilidade, podem reagir com excitação a figuras perigosas.

    Esse não é um julgamento moral, mas um dado empírico. Trata-se de mecanismos ancestrais que associavam força à segurança reprodutiva, mesmo que hoje essa conexão gere efeitos socialmente danosos.


    Quando o medo vira desejo: a misatribuição de excitação

    O estudo clássico de Dutton e Aron (1974) mostrou que emoções intensas, como medo e adrenalina, podem ser equivocadamente interpretadas como atração sexual. Esse fenômeno, chamado misattribution of arousal, ajuda a entender por que algumas mulheres sentiram impulso de aproximação após assistir ao vídeo da agressão.

    O cérebro humano, ao processar estresse e ameaça, pode acionar o sistema de dopamina e liberar oxitocina — hormônio que reforça vínculos afetivos. Isso gera um paradoxo: a mesma violência que choca a consciência pode atrair instintivamente o sistema límbico.


    A hipocrisia seletiva: culpam o homem, ignoram a resposta feminina

    Enquanto a sociedade condena (corretamente) a violência de Igor Cabral, o comportamento das 1.500 mulheres que o cortejaram é ignorado ou tratado como curiosidade mórbida. Nenhum editorial exige explicações. Nenhuma ONG propõe investigar o padrão.

    Esse duplo padrão é parte do problema: homens são responsabilizados por seus atos e também pelos instintos alheios, enquanto qualquer comportamento feminino é justificado por estruturas sociais invisíveis.


    Contra o reducionismo: homens não são monstros, e o desejo não é ideológico

    Narrativas como a do “machismo estrutural” reduzem homens a opressores e mulheres a vítimas eternas. Essa visão binária ignora a complexidade biológica e a responsabilidade compartilhada nos vínculos humanos.

    O caso de Igor Cabral é repugnante — mas a reação de centenas de mulheres revela um lado sombrio da atração feminina que a teoria social não consegue explicar, apenas censurar. Não se trata de justificar a violência, mas de entender por que ela, às vezes, atrai.


    O experimento da ponte suspensa: quando o medo vira desejo

    Em um estudo clássico de 1974, os psicólogos Donald Dutton e Arthur Aron demonstraram um fenômeno curioso: quando homens eram entrevistados por uma mulher atraente em uma ponte instável e alta — provocando medo —, eles eram significativamente mais propensos a ligar para ela depois, comparado aos que a conheciam em uma ponte estável e segura. Essa resposta foi atribuída à misattribution of arousal — a tendência do cérebro de confundir a excitação fisiológica provocada por medo com atração sexual.

    O estudo não apenas mostrou que emoções fortes são facilmente confundidas no cérebro humano, mas também apontou para uma realidade evolutiva: o sistema límbico reage ao risco como um possível gatilho para reprodução e escolha de parceiro, sobretudo em contextos onde dominância e coragem estão simbolicamente presentes. No contexto da hibristofilia, isso ajuda a explicar por que mulheres, em certos casos, desenvolvem atração por homens envolvidos com violência — não por desejarem a violência em si, mas por mecanismos ancestrais que interpretam poder e risco como atrativos genéticos.

    O machismo estrutural como teoria infalsificável

    Teorias científicas verdadeiras se distinguem de doutrinas ideológicas por um critério fundamental: a possibilidade de serem refutadas. Como bem observou Karl Popper, uma teoria que não pode ser falsificada por nenhum dado observável não pertence ao domínio da ciência.

    A teoria do “machismo estrutural” frequentemente escapa a esse critério. Quando uma mulher é vítima de violência, o machismo estrutural é apontado como causa. Mas quando uma mulher demonstra atração por um agressor, o mesmo machismo é evocado como explicação — por “condicionamento patriarcal”. Não importa o dado, ele sempre confirma a tese.

    Essa maleabilidade interpretativa transforma o conceito em um dogma circular: não é confrontado pela realidade, mas a reinterpreta constantemente para proteger sua autoridade moral. Assim como os antigos epicícleos ajustavam os modelos geocêntricos para acomodar observações que os contrariavam, o “machismo estrutural” acomoda contradições empíricas para manter-se inquestionável.

    Hibristofilia, moral midiática e a inversão do ônus masculino

    A implicação do fenômeno hibristofílico vai além da psicologia: ela afeta a forma como a sociedade — e até o sistema de justiça — lida com os homens. O caso de Igor Cabral mostra isso com clareza. A comoção pública rapidamente transforma o agressor em um símbolo — e qualquer tentativa de compreender fenômenos paralelos, como as mensagens que ele recebeu de centenas de mulheres, é descartada como irrelevante ou culpabilizada pelo mesmo sistema simbólico.

    Esse tipo de moral midiática cria um ambiente onde o homem é responsabilizado não apenas por seus atos (o que é justo), mas também pelos desejos alheios. A atração feminina por figuras violentas não é investigada, mas simplesmente negada ou moralizada, preservando o arquétipo da mulher como apenas vítima, nunca como agente.

    No plano jurídico, esse viés reforça dispositivos que operam sob presunção de culpa masculina — como o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero — e obscurece as raízes afetivas e cognitivas que deveriam ser investigadas com neutralidade. A ciência do comportamento perde lugar para uma engenharia simbólica.

    Conclusão: uma defesa dos homens e da verdade

    A ciência não é cúmplice da violência. Mas é inimiga da mentira.

    Homens não devem ser punidos por desejos instintivos que a própria sociedade estimula e tolera seletivamente. Se queremos justiça de fato, devemos abandonar slogans ideológicos e adotar uma leitura mais ampla, mais humana — e mais honesta — do comportamento sexual, afetivo e relacional.

    No Blog do Instituto de Defesa dos Direitos dos Homens, nossa missão é clara: rejeitar caricaturas, restaurar a verdade e proteger o masculino da difamação sistêmica. E esse caso é um exemplo perfeito de como a biologia, quando silenciada, permite que a injustiça prospere.


    Referências

    ARON, Arthur; DUTTON, Donald G. Some evidence for heightened sexual attraction under conditions of high anxiety. Journal of Personality and Social Psychology, v. 30, n. 4, p. 510–517, 1974. DOI: https://doi.org/10.1037/h0037031.

    PINKER, Steven. How the mind works. New York: W. W. Norton & Company, 1997. ISBN 9780393318487.

    RESTORE MENTAL HEALTH. Is attraction to crime a mental disorder? 2023. Disponível em: https://restore-mentalhealth.com/attraction-to-crime/. Acesso em: 03 ago. 2025.

    RESEARCH ARCHIVE OF RISING SCHOLARS. Fear to Love: Fear Could Explain Women’s Attraction toward Male Serial Killers. 2024. https://research-archive.org/index.php/rars/preprint/view/109

    WIKIPEDIA. Hybristophilia. https://en.wikipedia.org/wiki/Hybristophilia

    WIKIPEDIA. Misattribution of arousal. https://en.wikipedia.org/wiki/Misattribution_of_arousal

    OXFORD RESEARCH ENCYCLOPEDIA OF PSYCHOLOGY. Evolution, Biology, and Attraction. https://oxfordre.com/psychology/display/10.1093/acrefore/9780190236557.001.0001/acrefore-9780190236557-e-302

    REDETV!. Agressor dos 60 socos recebe mais de 1.500 e-mails de mulheres interessadas. 31 jul. 2025. Disponível em: https://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/geral/agressor-dos-60-socos-recebe-mais-de-1-500-e-mails-de-mulheres-interessadas. Acesso em: 03 ago. 2025.

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    Antonio Paulo de Moraes Leme
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    Engenheiro Eletricista (MSc em IA), atuante na indústria automobilística desde 1995. Ensaísta crítico e multidisciplinar, com interesses em filosofia, teologia, lógica, ética, estatística bayesiana, computação evolutiva, IA, teoria do direito e sociedade.

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