{"id":7448,"date":"2025-08-03T19:54:03","date_gmt":"2025-08-03T22:54:03","guid":{"rendered":"https:\/\/iddh.com.br\/blog\/?p=7448"},"modified":"2025-08-03T20:01:41","modified_gmt":"2025-08-03T23:01:41","slug":"hibristofilia-desejo-masculino-machismo-estrutural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/iddh.com.br\/blog\/hibristofilia-desejo-masculino-machismo-estrutural\/","title":{"rendered":"Hibristofilia e o Caso dos 60 Socos: Quando a Biologia Desmascara o Discurso do Machismo Estrutural"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/olhenovamente.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image-62-1024x756.png.webp\" alt=\"\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>\u201cJudite Decapitando Holofernes\u201d (Caravaggio, c. 1599)<\/strong><br><em>A bela se aproxima do b\u00e1rbaro, o seduz \u2014 e o destr\u00f3i. Judite encarna a ambival\u00eancia do desejo feminino por figuras dominantes: fasc\u00ednio instintivo seguido de puni\u00e7\u00e3o moral. Como no caso de Igor Cabral, o perigoso atrai antes de ser condenado. A ideologia chama isso de &#8216;machismo estrutural&#8217;; a psicologia evolutiva chama de hibristofilia. O que Judite revela \u00e9 que talvez o instinto fale mais alto do que o discurso.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que 1.500 mulheres escreveram para um agressor \u2014 e o que isso revela sobre nossos instintos<\/h2>\n\n\n\n<p>Em julho de 2025, o Brasil assistiu, horrorizado, \u00e0s imagens de Igor Cabral desferindo mais de 60 socos contra sua companheira, Juliana Garcia dos Santos, em um elevador em Natal (RN). A indigna\u00e7\u00e3o foi un\u00e2nime \u2014 e com raz\u00e3o. Mas o que chocou ainda mais foi a revela\u00e7\u00e3o de que, ap\u00f3s o caso viralizar, Igor recebeu <strong>mais de 1.500 e-mails de mulheres interessadas em conhec\u00ea-lo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para alguns setores da opini\u00e3o p\u00fablica, isso comprova a teoria do \u201cmachismo estrutural\u201d \u2014 uma doutrina sociol\u00f3gica segundo a qual vivemos em um sistema que privilegia homens em detrimento das mulheres. Mas essa leitura ignora um fato b\u00e1sico: <strong>as mulheres que se sentiram atra\u00eddas por Igor n\u00e3o o fizeram por opress\u00e3o cultural, mas por impulso instintivo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo defende que o fen\u00f4meno da hibristofilia \u2014 a atra\u00e7\u00e3o por criminosos violentos \u2014 <strong>n\u00e3o \u00e9 uma falha moral nem um produto do patriarcado, mas uma express\u00e3o de instintos humanos moldados por press\u00f5es evolutivas<\/strong>, comuns a ambos os sexos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hibristofilia: um fen\u00f4meno biol\u00f3gico, n\u00e3o ideol\u00f3gico<\/h2>\n\n\n\n<p>A psicologia j\u00e1 nomeou esse comportamento: <strong>hibristofilia<\/strong>. Trata-se da atra\u00e7\u00e3o sexual por criminosos violentos, documentada ao longo de d\u00e9cadas por pesquisadores e evidenciada em in\u00fameros casos reais \u2014 de Charles Manson a Igor Cabral.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do que afirmam algumas correntes feministas, esse comportamento n\u00e3o \u00e9 um \u201cresqu\u00edcio do machismo internalizado\u201d, mas sim <strong>um padr\u00e3o de resposta biol\u00f3gica<\/strong>, associado a mecanismos cerebrais de recompensa, prote\u00e7\u00e3o, domin\u00e2ncia e sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A evolu\u00e7\u00e3o prefere dominantes<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo a <em>Oxford Research Encyclopedia of Psychology<\/em> (2023), <strong>tra\u00e7os de domin\u00e2ncia masculina foram, ao longo da hist\u00f3ria evolutiva, associados \u00e0 capacidade de prote\u00e7\u00e3o, provis\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong>. Isso explica por que algumas mulheres, em contextos de vulnerabilidade, podem reagir com excita\u00e7\u00e3o a figuras perigosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse n\u00e3o \u00e9 um julgamento moral, mas um dado emp\u00edrico. Trata-se de <strong>mecanismos ancestrais que associavam for\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a reprodutiva<\/strong>, mesmo que hoje essa conex\u00e3o gere efeitos socialmente danosos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o medo vira desejo: a misatribui\u00e7\u00e3o de excita\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo cl\u00e1ssico de Dutton e Aron (1974) mostrou que emo\u00e7\u00f5es intensas, como medo e adrenalina, podem ser equivocadamente interpretadas como atra\u00e7\u00e3o sexual. Esse fen\u00f4meno, chamado <strong>misattribution of arousal<\/strong>, ajuda a entender por que algumas mulheres sentiram impulso de aproxima\u00e7\u00e3o ap\u00f3s assistir ao v\u00eddeo da agress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O c\u00e9rebro humano, ao processar estresse e amea\u00e7a, pode acionar o sistema de dopamina e liberar oxitocina \u2014 horm\u00f4nio que refor\u00e7a v\u00ednculos afetivos. Isso gera um paradoxo: <strong>a mesma viol\u00eancia que choca a consci\u00eancia pode atrair instintivamente o sistema l\u00edmbico<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A hipocrisia seletiva: culpam o homem, ignoram a resposta feminina<\/h2>\n\n\n\n<p>Enquanto a sociedade condena (corretamente) a viol\u00eancia de Igor Cabral, <strong>o comportamento das 1.500 mulheres que o cortejaram \u00e9 ignorado ou tratado como curiosidade m\u00f3rbida<\/strong>. Nenhum editorial exige explica\u00e7\u00f5es. Nenhuma ONG prop\u00f5e investigar o padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse duplo padr\u00e3o \u00e9 parte do problema: <strong>homens s\u00e3o responsabilizados por seus atos e tamb\u00e9m pelos instintos alheios<\/strong>, enquanto qualquer comportamento feminino \u00e9 justificado por estruturas sociais invis\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Contra o reducionismo: homens n\u00e3o s\u00e3o monstros, e o desejo n\u00e3o \u00e9 ideol\u00f3gico<\/h2>\n\n\n\n<p>Narrativas como a do \u201cmachismo estrutural\u201d reduzem homens a opressores e mulheres a v\u00edtimas eternas. Essa vis\u00e3o bin\u00e1ria ignora a complexidade biol\u00f3gica e a responsabilidade compartilhada nos v\u00ednculos humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso de Igor Cabral \u00e9 repugnante \u2014 mas a rea\u00e7\u00e3o de centenas de mulheres revela <strong>um lado sombrio da atra\u00e7\u00e3o feminina que a teoria social n\u00e3o consegue explicar, apenas censurar<\/strong>. N\u00e3o se trata de justificar a viol\u00eancia, mas de entender por que ela, \u00e0s vezes, atrai.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O experimento da ponte suspensa: quando o medo vira desejo<\/h2>\n\n\n\n<p>Em um estudo cl\u00e1ssico de 1974, os psic\u00f3logos Donald Dutton e Arthur Aron demonstraram um fen\u00f4meno curioso: quando homens eram entrevistados por uma mulher atraente em uma ponte inst\u00e1vel e alta \u2014 provocando medo \u2014, eles eram significativamente mais propensos a ligar para ela depois, comparado aos que a conheciam em uma ponte est\u00e1vel e segura. Essa resposta foi atribu\u00edda \u00e0 <em>misattribution of arousal<\/em> \u2014 a tend\u00eancia do c\u00e9rebro de confundir a excita\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica provocada por medo com atra\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo n\u00e3o apenas mostrou que emo\u00e7\u00f5es fortes s\u00e3o facilmente confundidas no c\u00e9rebro humano, mas tamb\u00e9m apontou para uma realidade evolutiva: o sistema l\u00edmbico reage ao risco como um poss\u00edvel gatilho para reprodu\u00e7\u00e3o e escolha de parceiro, sobretudo em contextos onde domin\u00e2ncia e coragem est\u00e3o simbolicamente presentes. No contexto da hibristofilia, isso ajuda a explicar por que mulheres, em certos casos, desenvolvem atra\u00e7\u00e3o por homens envolvidos com viol\u00eancia \u2014 n\u00e3o por desejarem a viol\u00eancia em si, mas por mecanismos ancestrais que interpretam poder e risco como atrativos gen\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O machismo estrutural como teoria infalsific\u00e1vel<\/h2>\n\n\n\n<p>Teorias cient\u00edficas verdadeiras se distinguem de doutrinas ideol\u00f3gicas por um crit\u00e9rio fundamental: a possibilidade de serem refutadas. Como bem observou Karl Popper, uma teoria que n\u00e3o pode ser falsificada por nenhum dado observ\u00e1vel n\u00e3o pertence ao dom\u00ednio da ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A teoria do \u201cmachismo estrutural\u201d frequentemente escapa a esse crit\u00e9rio. Quando uma mulher \u00e9 v\u00edtima de viol\u00eancia, o machismo estrutural \u00e9 apontado como causa. Mas quando uma mulher demonstra atra\u00e7\u00e3o por um agressor, o mesmo machismo \u00e9 evocado como explica\u00e7\u00e3o \u2014 por &#8220;condicionamento patriarcal&#8221;. N\u00e3o importa o dado, ele sempre confirma a tese.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa maleabilidade interpretativa transforma o conceito em um <strong>dogma circular<\/strong>: n\u00e3o \u00e9 confrontado pela realidade, mas a reinterpreta constantemente para proteger sua autoridade moral. Assim como os antigos epic\u00edcleos ajustavam os modelos geoc\u00eantricos para acomodar observa\u00e7\u00f5es que os contrariavam, o \u201cmachismo estrutural\u201d acomoda contradi\u00e7\u00f5es emp\u00edricas para manter-se inquestion\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hibristofilia, moral midi\u00e1tica e a invers\u00e3o do \u00f4nus masculino<\/h2>\n\n\n\n<p>A implica\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno hibristof\u00edlico vai al\u00e9m da psicologia: ela afeta a forma como a sociedade \u2014 e at\u00e9 o sistema de justi\u00e7a \u2014 lida com os homens. O caso de Igor Cabral mostra isso com clareza. A como\u00e7\u00e3o p\u00fablica rapidamente transforma o agressor em um s\u00edmbolo \u2014 e qualquer tentativa de compreender fen\u00f4menos paralelos, como as mensagens que ele recebeu de centenas de mulheres, \u00e9 descartada como irrelevante ou culpabilizada pelo mesmo sistema simb\u00f3lico.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de moral midi\u00e1tica cria um ambiente onde o homem \u00e9 responsabilizado n\u00e3o apenas por seus atos (o que \u00e9 justo), mas tamb\u00e9m pelos desejos alheios. A atra\u00e7\u00e3o feminina por figuras violentas n\u00e3o \u00e9 investigada, mas simplesmente negada ou moralizada, preservando o arqu\u00e9tipo da mulher como apenas v\u00edtima, nunca como agente.<\/p>\n\n\n\n<p>No plano jur\u00eddico, esse vi\u00e9s refor\u00e7a dispositivos que operam sob presun\u00e7\u00e3o de culpa masculina \u2014 como o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de G\u00eanero \u2014 e obscurece as ra\u00edzes afetivas e cognitivas que deveriam ser investigadas com neutralidade. A ci\u00eancia do comportamento perde lugar para uma engenharia simb\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o: uma defesa dos homens e da verdade<\/h2>\n\n\n\n<p>A ci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 c\u00famplice da viol\u00eancia. Mas \u00e9 inimiga da mentira.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Homens n\u00e3o devem ser punidos por desejos instintivos que a pr\u00f3pria sociedade estimula e tolera seletivamente.<\/strong> Se queremos justi\u00e7a de fato, devemos abandonar slogans ideol\u00f3gicos e adotar uma leitura mais ampla, mais humana \u2014 e mais honesta \u2014 do comportamento sexual, afetivo e relacional.<\/p>\n\n\n\n<p>No Blog do Instituto de Defesa dos Direitos dos Homens, nossa miss\u00e3o \u00e9 clara: <strong>rejeitar caricaturas, restaurar a verdade e proteger o masculino da difama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica<\/strong>. E esse caso \u00e9 um exemplo perfeito de como a biologia, quando silenciada, permite que a injusti\u00e7a prospere.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<p>ARON, Arthur; DUTTON, Donald G. Some evidence for heightened sexual attraction under conditions of high anxiety. <em>Journal of Personality and Social Psychology<\/em>, v. 30, n. 4, p. 510\u2013517, 1974. DOI: https:\/\/doi.org\/10.1037\/h0037031.<\/p>\n\n\n\n<p>PINKER, Steven. <em>How the mind works<\/em>. New York: W. W. Norton &amp; Company, 1997. ISBN 9780393318487.<\/p>\n\n\n\n<p>RESTORE MENTAL HEALTH. Is attraction to crime a mental disorder? 2023. Dispon\u00edvel em: https:\/\/restore-mentalhealth.com\/attraction-to-crime\/. Acesso em: 03 ago. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>RESEARCH ARCHIVE OF RISING SCHOLARS. Fear to Love: Fear Could Explain Women&#8217;s Attraction toward Male Serial Killers. 2024. https:\/\/research-archive.org\/index.php\/rars\/preprint\/view\/109<\/p>\n\n\n\n<p>WIKIPEDIA. <em>Hybristophilia<\/em>. https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hybristophilia<\/p>\n\n\n\n<p>WIKIPEDIA. <em>Misattribution of arousal<\/em>. https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Misattribution_of_arousal<\/p>\n\n\n\n<p>OXFORD RESEARCH ENCYCLOPEDIA OF PSYCHOLOGY. Evolution, Biology, and Attraction. https:\/\/oxfordre.com\/psychology\/display\/10.1093\/acrefore\/9780190236557.001.0001\/acrefore-9780190236557-e-302<\/p>\n\n\n\n<p>REDETV!. Agressor dos 60 socos recebe mais de 1.500 e-mails de mulheres interessadas. 31 jul. 2025. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.redetv.uol.com.br\/jornalismo\/geral\/agressor-dos-60-socos-recebe-mais-de-1-500-e-mails-de-mulheres-interessadas. Acesso em: 03 ago. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por que 1.500 mulheres escreveram para um agressor \u2014 e o que isso revela sobre nossos instintos Em julho de 2025, o Brasil assistiu, horrorizado, \u00e0s imagens de Igor Cabral desferindo mais de 60 socos contra sua companheira, Juliana Garcia dos Santos, em um elevador em Natal (RN). 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